Airbus apresenta novo projeto de acomodação de passageiros



  

Projeto visa acomodar um maior número de passageiros na cabine de um avião, dispondo-os em duas fileiras horizontais, uma sobre a outra em determinados locais da aeronave.

Através da solicitação recente de um registro de patente, a gigante empresa Airbus apresentou um projeto para viabilizar a acomodação de um maior número de passageiros na cabine de um avião.

A construtora francesa estuda colocar os passageiros em duas fileiras horizontais, uma sobre a outra em determinados locais da aeronave. As novas vagas que seriam criadas com esse projeto se localizam na área central do avião, como se fosse um novo andar.

Garantindo que tal estrutura não diminuiria o conforto de seus clientes e que todos os assentos continuariam reclináveis, a empresa Airbus busca com essa ideia melhor aproveitamento de espaço na cabine de passageiros, refletindo diretamente na questão econômica do serviço. Inclusive, imagens disponíveis no registro da patente confirmam que os novos assentos não influenciariam na disposição dos assentos já existentes.

O pedido de patente foi registrado no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA (USPTO) no dia primeiro de outubro de 2015, mas conforme a assessoria de imprensa da Airbus não garante que a ideia será realmente implementada. Apenas garante ao idealizador o direito de utilizar o projeto algum dia, mostrando que a forma de acomodação dos passageiros pode sofrer grandes mudanças futuramente.





Analisando os desenhos apresentados no registro da patente, não se pode ter um número exato de quantos novos lugares seriam criados com o novo modelo. Também não se pode concluir se com isso o valor das passagens aéreas sofreria alguma redução, mesmo comportando um maior número de passageiros em um mesmo voo.

O acesso aos assentos da parte de cima seriam através de escadas ligadas pela parte inferior dos assentos, o que transformaria essa nova área em uma espécie de mezanino. Conforme estudo apresentado, essa estrutura seria mais viável se aplicada na classe executiva da aeronave, pois dispõe de maior espaço para acomodação.

Por Jean Fretta Pereira

Projeto Airbus

Foto: Divulgação



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